quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Já nasce com a gente?

O negro, desde a época da escravidão é banalizado pela sociedade. Eu não sei se herdamos isso dos nossos horríveis antepassados, mas já reparou que quando saímos na rua, e há um negro vindo em nossa direção, já temos a ideia de que é um ladrão,  e ficamos com medo? Será que isso é o preconceito que já nasce nas nossas veias? Ou talvez a pécima "fama" que o negro tem no mundo apenas por tentar lutar pelos seus mínimos direitos? Eu realmente não sei '-'


                                                                  Não ao preconceito.

Postado por Mariana Sampaio Pinheiro

Mais perto do que pensamos

O preconceito está a nossa volta todos os dias. Ele está nas pequenas coisas que acontecem no nosso dia a dia. Está nas ruas, nas escolas, nos shoppings, parques, na internet e em muitos outros lugares.  Desde uma brincadeirinha de mal gosto com a outra pessoa, criticando o que ela veste e as coisas que ela gosta, desde fofocas ou até mesmo da forma mais imbecil do mundo: na cor da pele de uma pessoa.

Queremos igualdade a todas as coisas, mas queremos muito e precisamos muito da igualdade racial



Por Marcella Fernades

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A Consciência negra num mundo multicolor

A reivindicação nasceu nas ruas, durante mais de 35 anos de luta do movimento negro brasileiro contemporâneo. Considerado criminoso em seu tempo, o líder palmarino Zumbi conquista status de herói nacional, quase 300 anos após sua execução. Mas será que a data de 20 de novembro serve para reflexão apenas aos afro-descendentes?


Raphaela Bernardes

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Música sobre a questão do racismo

Uma música não só para ouvir mas sim pra se analisar.
http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/137000/

Por Sarah Henz

Uma data para se pensar

Refletir sobre o dia consciência negra chega ser mais importante do que relembrar o dia 13 de maio de 1888, data da assinatura da Lei Áurea afinal de contas abolição da escravatura não significou o fim do trabalho escravo.
Pelo contrario o dia 20 de novembro provoca uma conscientização, fazendo-nos pensar que a divisão de raças não deveria existir porque raça só existe uma, a humana. Por isso somo todos iguais.
Infelizmente sempre houve um grupo de pessoas que não compreende que a cor não define o caráter de cada um. Alem disso nessa data devemos analisar como tratamos as pessoas com quem convivemos: seja ele um varredor de rua ou um juiz, ou de um medico a um frentista.
Ao invés de uma data de comemoração essa é uma data de reflexão.

Por Sarah Henz

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A História de Francisco (Zumbi de Palmares)


             Zumbi foi o grande líder do quilombo dos Palmares. Pesquisas e estudos indicam que nasceu em 1655, sendo descendente de guerreiros angolanos. Em um dos povoados do quilombo, foi capturado quando garoto por soldados e entregue ao padre Antonio Melo, de Porto Calvo. Criado e educado por este padre, o futuro líder do Quilombo dos Palmares já tinha apreciável noção de Português e Latim aos 12 anos de idade, sendo batizado com o nome de Francisco. Padre Antônio Melo escreveu várias cartas a um amigo, exaltando a inteligência de Zumbi (Francisco). Em 1670, com quinze anos, Zumbi fugiu e voltou para o Quilombo. Tornou-se um dos líderes mais famosos de Palmares. "Zumbi" significa: a força do espírito presente. Baluarte da luta negra contra a escravidão, Zumbi foi o último chefe do Quilombo dos Palmares.                                         O nome Palmares foi dado pelos portugueses, devido ao grande número de palmeiras encontradas na região da Serra da Barriga
Por Cynthia Lallo 
número 08

         Apesar de novembro ser considerado o mês da consciência negra, as relações raciais e o respeito à diversidade devem ser trabalhados em sala de aula diariamente,pois o preconceito é uma ato que é gerado desde a criança ainda pequena , e que ao passar da vida vai se tornando mais grave, nós estamos no século 21 e agora que as leis estão se aprimorando para os que comentem atos de racismo, mesmo assim é pouco para os que sofrem com esse ato . Fico indignada em saber que existem empresas que tem esse tipo de preconceito com a cor da pele. Não significa que determinada pessoa tem maior ou menor capacidade de desenvolver ou desempenhar funções, ou não tenha caráter e seja mal .  

Por Cynthia Lallo de Araújo  
 número 08